Pesquisa mostra efeito viciante do iPhone


Existe tecnodependência? Aparentemente sim, dependendo do gadget, claro. E depender dos aparelhos eletrônicos é mais do que não conseguir “sair de casa sem o seu iPod”. Números divulgados pelo site TechDaily mostram que 10% dos usuários de iPhones na universidade de Stanford se dizem totalmente dependentes do aparelho.

Foram entrevistados 200 estudantes. Destes, 70% adquiriram um iPhone no último ano.

Os pesquisadores indagaram qual o nível de vício no aparelho, numa escala de 1 a 5, sendo 5 a completa dependência e 1 nenhuma. Foram 6%, apenas, no nível um.

Além dos 10% já descritos acima (como completamente dependentes), a escala foi baixando para 34% no nível 4. Entre os que não se acham viciados, 32% disseram que têm medo de um dia virarem dependentes do aparelho.

Entre esquecer o aparelho ou a carteira em casa, 69% prefere a segunda opção.

Para a professora de antropologia Tanya Luhrmann, que coordenou a pesquisa, o estudo indica como as pessoas se identificam com o aparelho. A tendência em antropomorfizar o iPhone e tratá-lo de maneira diferente de outros eletrônicos também é mostrada nos números:

• 3% dos estudantes dizem não deixar ninguém tocar seu iPhone,
• 3% deram um nome para o seu aparelho,
• 8% admitiram já ter pensado “meu iPod está com ciúmes de meu iPhone”
• 9% disseram já ter feito carinho no celular.

Entre as vantagens apontadas na pesquisa, 70% dizem que o celular os deixou mais organizados e 54%, mais produtivos.

Fonte: infosfera

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